Professores intercambistas de Moçambique já estão no Campus Novo Paraíso

por Antonio Evaldo Soares publicado 26/09/2017 15h55, última modificação 28/09/2017 07h07
A troca de experiências e vivências entre professores e estudantes do IFRR e os professores africanos vai ocorrer nos Campi Novo Paraíso, Amajari e Avançado do Bonfim
Professores intercambistas de Moçambique já estão no Campus Novo Paraíso

Fotos: Nenzinho Soares

Os dois professores de Moçambique que vieram a Roraima por meio do programa de Formação de Formadores de Moçambique em Ciências Agrárias foram recepcionados, nesta segunda-feira, dia 25, no Campus Novo Paraíso (CNP), pelo diretor-geral, Eliezer Nunes, pelos professores, pelos servidores e pelos alunos da unidade. O CNP preparou um cronograma de atividades a ser desenvolvido com os visitantes até o dia 13 de outubro, período em que permanecerão em atividade no campus.

O diretor mostrou aos visitantes as dependências da unidade. Eles conheceram o restaurante, os laboratórios e as salas de aula, onde tiveram a primeira interação com os alunos. Depois visitaram o Departamento Técnico (Detec), onde uma equipe de professores de Ciências Agrárias falou da satisfação de poder trocar informações técnicas com eles durante o período em que vão trabalhar juntos.

Para o diretor-geral do CNP, Eliezer Nunes, receber os professores é uma grande oportunidade não só para eles, mas também para o Instituto Federal de Roraima. “Compartilhar nossas experiências e ações na área da pesquisa e do ensino é fundamental na atual conjuntura. Vivemos em mundo globalizado, e as fronteiras já não são mais obstáculo para as pessoas e para as nações que querem compartilhar conhecimentos. Este intercâmbio mostra exatamente isso, porque o Brasil tem um passivo grande com os nossos irmãos da África, e eu creio que, por meio da educação, nós podemos amenizar essa conta”, completou.

Os professores de Moçambique Jaime Feijão Maunde e Rassul José Assimiler já iniciaram a jornada intercultural em Roraima, e a primeira atividade prática começa pelo Campus Novo Paraíso, onde já estão. Apesar de fazerem parte do mesmo programa, os dois são de províncias diferentes, e as experiências adquiridas serão multiplicadas por eles em sua nação, em escolas e instituições ligadas às Ciências Agrárias, entre outras.

Rassul José Assimeler pretende, em especial, aprimorar os conhecimentos em novas tecnologias e equipamentos agrícolas, estudos de solos, irrigação e produção agrícola. “O clima predominante em nosso país é muito parecido com o do Brasil, por isso acredito que iremos aprender muito e desenvolver o que for aprendido aqui lá em nossa nação, Moçambique, onde plantamos milho, mandioca, feijão, arroz e outras culturas que são cultivadas aqui. O nosso objetivo é melhorar e aumentar a produção em nosso país”, concluiu.     

 

Nenzinho Soares
Ascom/Reitoria
26/9/2017     
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