Pesquisador vencedor do Jovem Cientista ministra palestra no Campus Novo Paraíso

por Edjane Matias publicado 30/09/2019 18h25, última modificação 02/10/2019 11h44
O ciclo de palestras segue até o próximo dia 4, encerrando a programação no município de Amajari.

Nesta segunda-feira, 30, alunos, professores e técnicos do Campus Novo Paraíso do Instituto Federal de Roraima (CNP/IFRR) participaram da palestra “Um bate-papo com o vencedor do Prêmio Jovem Cientista: incentivando gerações e investindo em educação”, com o professor Rodrigo Gonçalves Dias.

Pesquisador pelo Instituto do Coração, Dias é cientista brasileiro premiado no Jovem Cientista (2012) e pós-doutor em Genômica Funcional e Ciência do Esporte. Durante o evento, ele fez um resumo de sua trajetória e experiência.

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“Esse trabalho faz parte do projeto social Incentivando Gerações e Investindo em Educação, que resolvi desenvolver como forma de motivar as pessoas, principalmente os jovens, a enxergar que todo ser humano é capaz de alcançar aquilo que almeja. A intenção é atuar mais no campo social, considerando que, nos tempos atuais, as pessoas precisam muito de uma motivação, um incentivo para seguir em frente em seus projetos, independente das dificuldades do caminho”, disse o palestrante, lembrando que, muitas vezes, são essas dificuldades que levam a processos de desânimo, depressão, muito comuns nos dias de hoje.

O ciclo de palestras do pesquisador-cientista em Roraima teve início no último dia 28, pelo Município do Bonfim. No dia 30, a ação foi realizada em Caracaraí e em Rorainópolis. Dia 1.º de outubro, vai ocorrer em Iracema e Boa Vista.  No dia 3, ocorre novamente em Boa Vista e, no dia 4, fechando o ciclo, no Município do Amajari.

Jovem Cientista – Rodrigo Gonçalves Dias recebeu o prêmio Jovem Cientista, na categoria graduado, em 2012, das mãos da então presidente Dilma Rousseff, pela tese de doutorado sobre um gene mutante. A tese foi defendida no IB da Unicamp, sob orientação da professora Marta Helena Krieger, do Departamento de Fisiologia e Biofísica, e do professor Carlos Eduardo Negrão, diretor da Unidade de Reabilitação Cardiovascular e Fisiologia do Exercício do Instituto do Coração (Incor), da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).

 

Texto: Edjane Matias

Foto: Márcio Patrício

CCS/Campus Novo Paraíso

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